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Inaugurada Estação de Monitoramento da Qualidade do Ar em Londrina

IAPLondrina

A população de Londrina, passou a ter acesso a informações sobre qualidade do ar, em tempo real. Foi inaugurado no município uma Estação Fixa de Monitoramento da Qualidade do Ar, fornecida pela JCTM Comércio e tecnologia LTDA.

O equipamento faz parte da Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar do Paraná em tempo real, desenvolvida e gerenciada pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Com as informações fornecidas pela estação é possível ampliar as políticas públicas de gestão e controle ambiental, assim como de saúde.

Além das novas estações de monitoramento da qualidade do ar, o IAP conta com o reforço de uma Estação Móvel, também fornecida pela JCTM Comércio e Tecnologia LTDA. O equipamento itinerante deve ser destinado para regiões específicas, nas quais estudos apontarem a necessidade de um controle maior.

Para acessar as informações sobre a qualidade do ar, basta acessar o endereço www.iap.pr.gov.br e clicar no menu Monitoramento Ambiental.

Assista a reportagem completa em http://g1.globo.com/pr/parana/videos/v/qualidade-do-ar-passa-a-ser-monitorada-em-tempo-real-em-londrina/5495175/

 

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JCTM instala nova estação de monitoramento da qualidade do ar no Ceará (CIPP)

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O Ceará agora conta com uma nova estação de monitoramento da qualidade do ar. Adquirido pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), o equipamento encontra-se em fase de teste na sede da Estação Ecológica do Pecém, na Região Metropolitana de Fortaleza, onde também está localizado o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP). O objetivo é monitorar diariamente os níveis de emissões gasosas dos empreendimentos do CIPP. A Estação foi lançada pela Semace, na quinta-feira (15), em solenidade que contou com as presenças do superintendente estadual, Ricardo Araújo, e do secretário de Meio Ambiente, Artur Bruno.

O Sistema de monitoramento da qualidade do ar da marca Ecotech (Austrália), que é representado exclusivamente no Brasil pela empresa JCTM Ltda – RJ, foi adquirida através de licitação (Contrato Nº10/2016) que inclui também serviços de instalação e ativação, bem como de operação de manutenção da mesma por um ano, além de treinamento operacional da equipe técnica da Semace a partir de janeiro de 2017.

A estação de monitoramento consiste em uma unidade com monitores e sensores instalados em um contêiner com extensão de 4m de comprimento e 2,60m de largura. O sistema analisará níveis de gases tais como monóxido de carbono, dióxido de enxofre, ozônio, nitrato de oxigênio, hidrocarboneto, gases voláteis e não voláteis, além de parâmetros meteorológicos. Os dados serão utilizados pela Diretoria de Controle e Proteção Ambiental (Dicop) da Semace, através da Gerência de Análise e Monitoramento (Geamo), com o intuito de fortalecer o monitoramento e a fiscalização dos níveis poluentes gerados pelas indústrias no entorno do CIPP.

Os dados fornecidos pelos equipamento já podem ser visualizados em tempo real, através do site da Semace. Segundo o superintendente da Semace, Ricardo Araújo, além de possibilitar uma gestão ambiental mais efetiva em prol de uma saudável qualidade de vida para a população na região, “os dados emitidos pela Estação servirão também de suporte para pesquisas acadêmicas”, disse.

Avaliado em R$ 2,1 milhões, o investimento é proveniente de compensação ambiental e sua implantação contempla a estação, curso de capacitação técnica de agentes da Geamo, além de manutenção. “Os sensores meteorológicos vieram da Itália, os de monitoramento, da Austrália, ou seja, como nossa primeira experiência, nos preocupamos em trazer o que tinha de melhor no mundo, e esperamos conseguir êxito para que, futuramente, nos próximos passos, possamos colocar estações em regiões onde ocorre maior concentração de poluição atmosférica”, informou o diretor da Dicop, Lincoln Davi.

A legislação ambiental vigente prevê que esse tipo de equipamento seja instalado em unidades de conservação suscetíveis a impactos ambientais. De acordo com análise técnica da Semace, a UC do CIPP apresentou as melhores características com ambiente favorável em termos de infraestrutura e segurança para a instalação do equipamento.

 

 

Fonte: http://www.semace.ce.gov.br/2016/12/ceara-opera-com-nova-estacao-de-monitoramento-da-qualidade-do-ar-no-cipp/

 

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Campus em Ipojuca-PE tem acesso a resultados do monitoramento da qualidade do ar

Campus tem acesso a resultados do monitoramento da qualidade do ar no IFPE Instituto Federal de Pernambuco.

Na quinta-feira (20), o Campus Ipojuca do IFPE recebeu uma equipe das empresas que realizam o monitoramento do ar na região do Complexo Industrial e Portuário de Suape. O monitoramento  da qualidade do ar é feito pela empresa JCTM, contratada pela Refinaria Abreu e Lima (RNEST).

Na ocasião, servidores do Campus Ipojuca tiveram a oportunidade de conhecer os índices de concentração de poluentes registrados nas estações de monitoramento da região – todos dentro dos limites considerados aceitáveis – , e puderam tirar dúvidas sobre as medidas de segurança e meio-ambiente que vêm sendo adotadas pela Refinaria.

O sistema de monitoramento do ar mede a concentração de elementos como Ozônio (C), Monóxido de Carbono (CO), Dióxido de Enxofre (SO2) e Material Particulado, além de parâmetros meteorológicos. Em todo o período e para todos os parâmetros monitorados, a qualidade do ar foi considerada boa, bastante abaixo dos limites estabelecidos pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente. “Além do nível de emissões ser mais moderado que o de outras áreas industriais, a intensidade do vento na região ajuda a dispersar os poluentes”, avalia Eduardo Figueiredo, gerente técnico da JCTM.

A RNEST mantém quatro estações de monitoramento da qualidade do ar no entorno de Suape: na própria Refinaria, no Campus Ipojuca e em pontos dos bairros de Nossa Senhora do Ó (Ipojuca) e Gaibu (Cabo de Santo Agostinho). Uma quinta estação está sendo instalada na divisa entre os dois municípios.

“Além do monitoramento do ar, há um sistema rigoroso de controle das emissões dentro da Refinaria, que permite minimizar os riscos ambientais da operação”, disse Glauber Cavalcanti, engenheiro Ambiental da área de Saúde e Meio Ambiente da Refinaria Abreu e Lima. Os gases poluentes resultantes dos processos químicos na refinaria são tratados e convertidos em produtos não nocivos à saúde e ao meio ambiente.

 

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